Posts com a Tag ‘psiquiatria infantil rio’

PSIQUIATRIA | DIAGNÓSTICO | Dúvidas

24 de janeiro de 2012

PERGUNTA: Na minha família ninguém tem a doença que meu médico desconfia que eu tenho. É possível ter uma doença mesmo sem ter nenhum caso na família?

RESPOSTA: Sim. Primeiramente nem todas as pessoas que têm a genética para a doença vão desenvolver a doença. Ou seja, podem haver familiares seus que nasceram com toda a composição de uma doença no organismo mas que ao longo da vida aquela doença não se manifestou. Por outro lado há pessoas que simplesmente não foram diagnosticadas, mas tinham a doença e não buscaram tratamento, talvez por falta de informação ou por falta de acesso ao médico psiquiatra. Por isso o médico não deve somente perguntar se há casos na família, mas sim perguntar, se há alguém na família que parece precisar de tratamento psiquiátrico.

TRATAMENTO | Psiquiatria | Dúvidas

11 de janeiro de 2012

PERGUNTA: Os remédios usados na psiquiatria tem efeito comprovado cientificamente?

RESPOSTA: Sim. Como todos os remédios das outras especialidades médicas, os remédios usados na psiquiatria passam por 4 fases de pesquisa clínica que duram em média 10 anos e só depois de comprovadas sua segurança e eficácia são aprovados para a venda na farmácia.

PSIQUIATRIA | Equipe Médica Dr. Paulo André Issa | O Profissional Especialista em TDAH

6 de novembro de 2011

O TDAH Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade é um tema cada vez mais abordado na mídia e conhecido pela população em geral, no entanto alguns profissionais da saúde, até mesmo médicos, psiquiatras e pediatras, psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, professores e diretores de escola, não conhecem com profundidade técnica o assunto. Este conhecimento superficial sem buscar a qualificação especializada no assunto, acaba comprometendo os cuidados com o TDAH, tanto em relação ao diagnóstico correto quanto a condução do tratamento.
Portanto certifique-se sempre se o profissional a quem você confiou sua saúde ou a de seus filhos e alunos tem participado de congressos e encontros sobre o tema. Não é anti-ético perguntar sobre a formação do profissional. E se necessário busque sempre uma 2a. segunda opinião.

PSIQUIATRIA | Orientações Médicas

14 de setembro de 2011

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