PERGUNTA: Na minha família ninguém tem a doença que meu médico desconfia que eu tenho. É possível ter uma doença mesmo sem ter nenhum caso na família?
RESPOSTA: Sim. Primeiramente nem todas as pessoas que têm a genética para a doença vão desenvolver a doença. Ou seja, podem haver familiares seus que nasceram com toda a composição de uma doença no organismo mas que ao longo da vida aquela doença não se manifestou. Por outro lado há pessoas que simplesmente não foram diagnosticadas, mas tinham a doença e não buscaram tratamento, talvez por falta de informação ou por falta de acesso ao médico psiquiatra. Por isso o médico não deve somente perguntar se há casos na família, mas sim perguntar, se há alguém na família que parece precisar de tratamento psiquiátrico.
PERGUNTA: É verdade que os remédios da Psiquiatria deixam a pessoa dopada, sonolenta, fazem engordar e atrapalham a função sexual?
RESPOSTA: Depende do medicamento. Hoje em dia, já há tantas opções de substâncias e estratégias farmacológicas que o paciente na maioria das vezes não precisa suportar um efeito colateral para obter o benefício do tratamento, como acontecia antigamente. Se não houve uma boa experiência com uma substância ainda há muitas outras que podem ser escolhidas pelo médico para minimizar os efeitos de baixa tolerabilidade. Pode acontecer sim de o paciente ter a melhor resposta terapêutica(resultado) com um medicamento que também está causando um efeito colateral ou reação adversa indesejável, neste caso precisa-se avaliar a relação custo x benefício para dar continuidade ou interromper, mas sempre com a supervisão do médico.
PERGUNTA: Os remédios usados na psiquiatria tem efeito comprovado cientificamente?
RESPOSTA: Sim. Como todos os remédios das outras especialidades médicas, os remédios usados na psiquiatria passam por 4 fases de pesquisa clínica que duram em média 10 anos e só depois de comprovadas sua segurança e eficácia são aprovados para a venda na farmácia.
PERGUNTA: Os remédios na Psiquiatria são para ser usados para o resto da vida?
RESPOSTA: Depende do diagnóstico. Na depressão, ansiedade, pânico, TDAH, é possível que o remédio seja usado por um determinado tempo, que vai variar de acordo com cada caso. Mesmo na retirada da medicação é importante o acompanhamento médico. Nunca interrompa a medicação bruscamente exceto em caso de intoxicação. Outros diagnósticos como Transtorno Bipolar e Esquizofrenia precisam de medicamento para a vida toda, mesmo que em doses mais baixas para prevenção de crises.
PSIQUIATRIA PNAP INFORMAÇÃO: A “TPM” pode ser um diagnóstico psiquiátrico: O Transtorno Disfórico Pré Menstrual.
A Saúde Mental Está no Ar. Só Não Vê Quem Não Quer !
Nossos textos e notícias em
www.canalsaudemental.com
e
www.pnap.com.br/noticias
Cérebro & Bem Estar
Neurociência & Psiquiatria
Equipe Médica Dr. Paulo André Issa
(O Globo) 06/01/2011 VERBAS BILIONÁRIAS DA SAÚDE PROVOCAM GUERRA PT-PMDB
O principal motivo da disputa política travada entre PT e PMDB por cargos do governo Dilma Rousseff é o cobiçado segundo escalão do Ministério da Saúde, pasta com o maior orçamento livre do governo – R$77,3 bilhões em 2011
Quem dorme bem vive melhor.
Assista em http://www.youtube.com/watch?v=v1pvfvvb-u8
(clique nas letras vermelhas)
CÉREBRO E BEM ESTAR a Equipe PNAP Neurociência e Psiquiatria deseja um incrível Natal e um maravilhoso Ano Novo de 2011 para nossos apreciadores, amigos de todos os dias ! Um grande abraço ! Dr. Paulo André Issa Dra. Camilla Pinna Dra. Clarissa Maneiro Dr. Marcio Svegnini Dra. Manoela Salgado Dra. Moema Reis Sra. Carla Borges Sra. Daniela Castro Sra. Ana Paula Souza