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Artigo

3 de janeiro de 2010

Sensações

Sabe aquela sensação que você sente quando está na praia, com a brisa batendo, o coqueiro se balançando, seu corpo se refrescando na água morna do mar, uma água de côco geladinha na sua boca ou um picolé de frutas e você caminhando na areia com o pé sendo massageado por cada graozinho que encosta?

Quase todas essas sensações, que fazem desse momento tão especial, podem ser repetidas dentro da sua própria casa, ou na sua rua e você não precisa estar de férias ou ter todo o tempo e dinheiro do mundo, para sentir toda essa energia boa que pequenas coisas podem te trazer.

Mais importante que estar de férias é aprender com as férias. Parar um pouco e refletir sobre como está levando a sua vida, e o que você pode manter nos seus hábitos mesmo depois que as férias acabarem.

Que tal pisar descalço no chão de terra daquela praça próximo a sua casa ou mesmo no quintal ou playground de seu prédio, assim como você faz na praia?

Que tal tomar uma água de côco, sentado, olhando para uma árvore que tenha por perto, observando cada folha, galho e o formato deste exemplar da natureza?

Que tal parar e olhar para o céu alguns minutos, pensando em uma coisa boa, positiva ou abrir o chuveiro com água gelada ou morna igualzinho ao de uma cachoeira no meio da mata e colocar somente a cabeça e o pescoço, como uma ducha refrescante na floresta?

Temos muita coisa boa que podemos fazer em nosso dia-a-dia, só precisamos nos esforçar para lembrar, nossa atenção fica constantemente voltada para os problemas de nosso cotidiano, por fim você entra no ritmo e velocidade que o mundo te impõe, aos valores que ele te vende e oferece na rotina de nossa correria.

Ao invés de se plugar e se conectar cada vez mais, se desconecte um pouco, pode até ser bom se conectar a coisas boas, porém se você está tão conectado a tudo, vai absorver muita coisa que não procurava também, como notícias ruins, problemas além dos que você já tem. 

Portanto conecte-se com a natureza, simples e pura, com tudo o que ela te oferece gratuitamente, como a melhor das energias: A energia da vida.

Sinta a vida. Desligue as máquinas. E ligue a sua energia vital.

Artigo

1 de dezembro de 2009

A vontade é o principal para quem quer mudar, seja ela pequena ou rebelde. 

Entretanto, para fazer acontecer, você precisa agir e para isso, o importante é dar o primeiro passo e levantar sempre que cair.

Pare, pense, analise, decida e faça. Ou não faça e mude a estratégia se julgar a melhor opção. Peça ajuda e ouça opiniões experientes.

Se você não tem nem a vontade, você pode precisar de uma ajuda médica e psicológica. 

O nome científico da falta de vontade é abulia e pode ser um sintoma a ser investigado.

Você pode estar sofrendo, mas se existe vontade, ainda é possível encontrar um caminho.

O que faz o ser humano se mexer são suas vontades e você precisa ter esse combustível dentro de você para sua vida funcionar de verdade.

Saúde é Ciência. Não é Opinião Pessoal.

10 de novembro de 2009

É cada vez maior o número de pessoas que buscam laudos médicos para processarem na justiça, profissionais da educação e outras áreas da saúde, por terem orientado de forma errada pais e alunos, se manifestando ¨contra¨ o uso de medicação para o tratamento médico  de doenças ou transtornos como a Hiperatividade e Deficit de Atenção(TDAH).

Profissionais como professores, psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos e até mesmo donos de escola, têm sido obrigados a se explicar na justiça, por terem fornecido opiniões pessoais sobre o uso ou não de medicação para o TDAH, quando na verdade trata-se de informação médica, que só pode ser baseada em evidências científicas, para a tomada de decisão sobre o tratamento.

Pesquisas científicas em todo o mundo, já derrubaram mitos como: O risco de dependência, sequelas ou prejuízos no crescimento. O tratamento para o TDAH é aprovado e reconhecido pelos principais orgãos internacionais de vigilância sanitária e farmacológica, como o FDA(Food and Drug Administration) dos Estados Unidos.

Estas comprovações científicas, da eficácia e segurança do tratamento médico, têm sido usadas como provas judiciais contra donos de escola e profissionais da saúde e educação, que insistem em assumir uma posição, baseada única e exclusivamente em suas idéias, filosofias ou informações vagas obtidas com o público leigo, em fontes não-seguras, como depoimentos na internet de pessoas não especializadas nesta área da medicina e saúde mental.

As associações de pais e portadores de transtornos da aprendizagem, como o TDAH( DDA ou TDA ), têm se organizado cada vez mais e já possuem aconselhamento jurídico neste sentido.

Portanto, se você não tem dados científicos que respaldem seus argumentos, se você não possui uma especialização médica sobre o assunto, tenha muita cautela, para não cometer um abuso de poder ou calúnia, sobre a saúde de alguém. Você pode comprometer o futuro de uma pessoa e uma família. Além de ter sua carreira profissional ameaçada.

Atenção: Saúde é Ciência. Não é Opinião Pessoal !

Psicodermatologia & Medicina Anti-Aging / Dra. Gabriela Issa

5 de novembro de 2009

Dra. Gabriela Issa

CRM 52778001                                                                                                            Twitter @dermatologiaGI

Agora também na PNAP Policlínica de Neurociência e Psiquiatria.

Especialista em Clínica Médica (Uni-Rio Hospital Gafrée Guinle HUGG)

Dermatologia clínica e pequenas cirurgias 
Carboxiterapia (olheiras, estrias, celulite, flacidez, gordura localizada)
Peeling de cristal
Toxina botulínica (rugas)
Preenchimento de rugas e lábios
Peeling facial e corporal (rugas finas, manchas, acne, fotoenvelhecimento, estrias)

Rua Siqueira Campos 59 Sala 803 – TEL: 2235-0987 / 8561-0568

Copacabana Medical Tower (metrô e estacionamento)

www.dermatologiagi.blogspot.com

Programa de TV

5 de novembro de 2009

O programa de TV ¨Hoarders¨ fala sobre pessoas com T.O.C. (Transtorno Obsessivo Compulsivo), principalmente o tipo denominado ¨colecionismo¨, que são pessoas com dificuldade exagerada de se desfazer de suas coisas, mesmo as mais simples.

O site sobre o programa é http://www.aetv.com/hoarders/ é interessante e ajuda a divulgar a doença, apesar de esbarrar na velha questão de exploração do sofrimento alheio. O que achou?