Posts com a Tag ‘esquecimento’

Psiquiatria Psicologia Psicoterapia Neuropsiquiatria Psicanalista | Dúvida

13 de janeiro de 2012

PERGUNTA: Quem devo procurar primeiro o médico psiquiatra ou o psicólogo psicoterapeuta?

RESPOSTA: Os dois. Na verdade se você estiver necessitando de medicação, geralmente um psicólogo quando bom profissional, pedirá para ir a um psiquiatra. E se você estiver precisando de psicoterapia, o psiquiatra quando um bom profissional saberá orientar que também precisará do psicólogo. Casos mais leves podem ser resolvidos com a psicoterapia, mas caso os sintomas piorem muito ou demorem a melhorar, o remédio se faz necessário.

Psiquiatras que falam mal da psicoterapia e psicologia não costumam ser bons profissionais. Psicólogos que falam mal da psiquiatria também não costumam ser bons profissionais. Os bons médicos psiquiatras e psicólogos sabem que o trabalho de um pode ser muito importante ou vital para a melhora do paciente do outro.

TDAH | Entrevista na Rede Record de TV

20 de setembro de 2011

Reportagem: Memória e Sobrecarga(Fonte:O Globo/Boa Chance)

14 de junho de 2010

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Sugestão de Livro

15 de fevereiro de 2010

Tìtulo: Bem Vindo ao Seu Cérebro

Autores: Sandra Aamodt e Sam Wang

O livro tem como subtítulo a frase: ¨Por que Perdemos as Chaves do Carro, Mas Nunca Esquecemos Como se Dirige e Outros Enigmas do Comportamento Cotidiano¨ 

Fala de neurociência em uma linguagem simples levando a um melhor entendimento  do funcionamento de nosso cérebro e consequentemente a uma melhor compreensão de nós mesmos. Vale a leitura !

(A venda no site Americanas.com http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/2685726#features )

livro cerebro 

Frase

26 de janeiro de 2010

3 passos importantes:

Dê um passo de cada vez.

Não dê um passo maior que a perna.

As vezes, um passo para trás, pode representar dois para frente.

Revista

16 de janeiro de 2010

A revista Veja desta semana traz a matéria de capa ¨ Os Segredos da Memória¨ sobre os avanços da ciência na descoberta dos mecanismos que nos fazem lembrar e esquecer das coisas e o como este estudo pode beneficiar as pessoas. Vale a pena conferir !

Você acompanha na íntegra no Link: (clique nas letras vermelhas abaixo)

http://veja.abril.com.br/130110/conquista-memoria-p-078.shtml 

Você leu esta reportagem? O que achou?

 

Capa da Revista Veja de 09/01/2010

Livro

1 de dezembro de 2009

O livro ¨Paratii¨ de Amyr Klink conta os relatos do brasileiro navegador solitário nos mares gelados do ártico, enfrentando sozinho todas as adversidades e tempestades no traiçoeiro alto mar. Certamente uma experiência de desafio emocional. Vale a leitura.

Notícia

10 de novembro de 2009

O canal Globo News traz hoje uma reportagem sobre o TDAH com o professor Paulo Mattos. Segue abaixo a introdução e link para o vídeo na íntegra:

Saiba como conviver com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

O distúrbio atinge mais de 330 milhões de pessoas no mundo.

No mundo, mais de 330 milhões de pessoas são portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Quase 5% da população mundial sofre com a dificuldade de se concentrar e se organizar.

Link: http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1374393-17665,00-SAIBA+COMO+CONVIVER+COM+O+TRANSTORNO+DO+DEFICIT+DE+ATENCAO+E+HIPERATIVIDADE.html

Smart Drugs e Tratamento para TDAH

25 de outubro de 2009

No último domingo dia 28 de Outubro, foi escrita uma reportagem no jornal ¨O Globo¨ sobre o que tem se conhecido como ¨smart drugs¨(drogas para ficar ¨esperto¨).

Apesar de o tema ser construtivo para denunciarmos o uso de medicamentos como a Ritalina e o Concerta(metilfenidato) sem acompanhamento médico, por pessoas que querem melhorar sua performance nos estudos ou produtividade no trabalho, a forma como o assunto foi exposto, acabou servindo para alimentar as já frequentes e prejudiciais lendas sobre o tratamento do TDAH.

Em determinado trecho um médico escreve que ¨os possíveis efeitos colaterais não compensam o uso da medicação¨. 

A forma com foi colocada a frase induz a uma interpretação equivocada.

Vamos traduzir o que este médico tentou dizer:

As pessoas que não têm o diagnóstico de TDAH mas insistem em usar a medicação com uma finalidade de ficarem mais ¨atentos¨, não têm grande benefício que compense o risco relativo de efeitos colaterais como alguns casos de aumento da ansiedade. 

Se você ou seu filho procuram um médico para tratar o TDAH, será feito um acompanhamento inicialmente de forma mensal e caso venha a surgir algum efeito colateral, ele será corrigido com alternativas posológicas ou ajustes da medicação para que então desapareçam.

No entanto esta pessoas que buscam o remédio no ¨mercado negro¨ ou mesmo um tráfico paralelo destas substâncias, não fazem acompanhamento médico e não corrigirão qualquer efeito colateral que porventura venha a surgir.

Portanto o mau uso, este sim, não é recomendado, até por não haver estudos que comprovem que pessoas que não têm o diagnóstico do TDAH, realmente tenham ganhos significativos com estes medicamentos.

Você conhece alguém que já usou estes produtos na tentativa de ¨turbinar¨ o cérebro?

Escala Teste TDAH/DDA em Crianças(Hiperatividade e Deficit de Atenção)

6 de agosto de 2009

Crianças e Adolescentes

O questionário abaixo é denominado SNAP-IV e foi construído a partir dos sintomas do Manual de Diagnóstico e Estatística – IV Edição (DSM-IV) da Associação Americana de Psiquiátrica. Você também pode imprimir e levar para o professor preencher na escola. Esta é a tradução validada pelo GEDA – Grupo de Estudos do Déficit de Atenção da UFRJ e pelo Serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência da UFRGS.
IMPORTANTE: Lembre-se que o diagnóstico definitivo só pode ser fornecido por um profissional.
 

 

 

[ SNAP - IV - Versão para impressão ]

Para cada item, escolha a coluna que melhor descreve o(a) aluno(a) (MARQUE UM X):

  Nem um pouco Só um pouco Bastante Demais
1. Não consegue prestar muita atenção a detalhes ou comete erros por descuido nos trabalhos da escola ou tarefas.        
2. Tem dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades de lazer        
3. Parece não estar ouvindo quando se fala diretamente com ele        
4. Não segue instruções até o fim e não termina deveres de escola, tarefas ou obrigações.        
5. Tem dificuldade para organizar tarefas e atividades        
6. Evita, não gosta ou se envolve contra a vontade em tarefas que exigem esforço mental prolongado.        
7. Perde coisas necessárias para atividades (p. ex: brinquedos, deveres da escola, lápis ou livros).        
8. Distrai-se com estímulos externos        
9. É esquecido em atividades do dia-a-dia        
10. Mexe com as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira        
11. Sai do lugar na sala de aula ou em outras situações em que se espera que fique sentado        
12. Corre de um lado para outro ou sobe demais nas coisas em situações em que isto é inapropriado        
13. Tem dificuldade em brincar ou envolver-se em atividades de lazer de forma calma        
14. Não pára ou freqüentemente está a “mil por hora”.        
15. Fala em excesso.        
16. Responde as perguntas de forma precipitada antes delas terem sido terminadas        
17. Tem dificuldade de esperar sua vez        
18. Interrompe os outros ou se intromete (p.ex. mete-se nas conversas / jogos).        
         

Como avaliar:

1) se existem pelo menos 6 itens marcados como “BASTANTE” ou “DEMAIS” de 1 a 9 = existem mais sintomas de desatenção que o esperado numa criança ou adolescente.

2) se existem pelo menos 6 itens marcados como “BASTANTE” ou “DEMAIS” de 10 a 18 = existem mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que o esperado numa criança ou adolescente.

O questionário SNAP-IV é útil para avaliar apenas o primeiro dos critérios (critério A) para se fazer o diagnóstico. Existem outros critérios que também são necessários.

IMPORTANTE: Não se pode fazer o diagnóstico de TDAH apenas com o critério A! Veja abaixo os demais critérios.

CRITÉRIO A: Sintomas (vistos acima)

CRITÉRIO B: Alguns desses sintomas devem estar presentes antes dos 7 anos de idade.

CRITÉRIO C: Existem problemas causados pelos sintomas acima em pelo menos 2 contextos diferentes (por ex., na escola, no trabalho, na vida social e em casa).

CRITÉRIO D: Há problemas evidentes na vida escolar, social ou familiar por conta dos sintomas.

CRITÉRIO E: Se existe um outro problema (tal como depressão, deficiência mental, psicose, etc.), os sintomas não podem ser atribuídos exclusivamente a ele.