1 – Dormir antes da meia-noite.
2 – Fazer alguma atividade ao ar livre(se possível caminhadas cronometradas).
3 – Evitar excesso e abuso de Álcool e Café.
4 – Não ficar muito tempo sem se alimentar(mais de 3 horas).
5 – Ter lazer, fazer algo que gosta pra você.
3 passos importantes:
Dê um passo de cada vez.
Não dê um passo maior que a perna.
As vezes, um passo para trás, pode representar dois para frente.
A revista Veja desta semana traz a matéria de capa ¨ Os Segredos da Memória¨ sobre os avanços da ciência na descoberta dos mecanismos que nos fazem lembrar e esquecer das coisas e o como este estudo pode beneficiar as pessoas. Vale a pena conferir !
Você acompanha na íntegra no Link: (clique nas letras vermelhas abaixo)
http://veja.abril.com.br/130110/conquista-memoria-p-078.shtml
Você leu esta reportagem? O que achou?

O canal Globo News traz hoje uma reportagem sobre o TDAH com o professor Paulo Mattos. Segue abaixo a introdução e link para o vídeo na íntegra:
Saiba como conviver com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
O distúrbio atinge mais de 330 milhões de pessoas no mundo.
No último domingo dia 28 de Outubro, foi escrita uma reportagem no jornal ¨O Globo¨ sobre o que tem se conhecido como ¨smart drugs¨(drogas para ficar ¨esperto¨).
Apesar de o tema ser construtivo para denunciarmos o uso de medicamentos como a Ritalina e o Concerta(metilfenidato) sem acompanhamento médico, por pessoas que querem melhorar sua performance nos estudos ou produtividade no trabalho, a forma como o assunto foi exposto, acabou servindo para alimentar as já frequentes e prejudiciais lendas sobre o tratamento do TDAH.
Em determinado trecho um médico escreve que ¨os possíveis efeitos colaterais não compensam o uso da medicação¨.
A forma com foi colocada a frase induz a uma interpretação equivocada.
Vamos traduzir o que este médico tentou dizer:
As pessoas que não têm o diagnóstico de TDAH mas insistem em usar a medicação com uma finalidade de ficarem mais ¨atentos¨, não têm grande benefício que compense o risco relativo de efeitos colaterais como alguns casos de aumento da ansiedade.
Se você ou seu filho procuram um médico para tratar o TDAH, será feito um acompanhamento inicialmente de forma mensal e caso venha a surgir algum efeito colateral, ele será corrigido com alternativas posológicas ou ajustes da medicação para que então desapareçam.
No entanto esta pessoas que buscam o remédio no ¨mercado negro¨ ou mesmo um tráfico paralelo destas substâncias, não fazem acompanhamento médico e não corrigirão qualquer efeito colateral que porventura venha a surgir.
Portanto o mau uso, este sim, não é recomendado, até por não haver estudos que comprovem que pessoas que não têm o diagnóstico do TDAH, realmente tenham ganhos significativos com estes medicamentos.
Você conhece alguém que já usou estes produtos na tentativa de ¨turbinar¨ o cérebro?
Adultos
O questionário abaixo é denominado ASRS-18 e foi desenvolvido por pesquisadores em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Esta é a versão validada no Brasil.
A referência é: Mattos P, Segenreich D, Saboya E, Louzã M, Dias G, Romano M. Adaptação Transcultural para o Português da Escala Adult Self-Report Scale (ASRS-18, versão1.1) para avaliação de sintomas do Transtorno de Déficit de Atenção / Hiperatividade (TDAH) em adultos. Revista Brasileira de Psiquiatria (in press).
IMPORTANTE: Lembre-se que o diagnóstico definitivo só pode ser fornecido por um profissional.
Por favor, responda as perguntas abaixo se avaliando de acordo com os critérios do lado direito da página. Após responder cada uma das perguntas, circule o número que corresponde a como você se sentiu e se comportou nos últimos seis meses.
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NUNCA |
RARO |
ALGUMASVEZES |
FREQUENTE |
MUITO FREQUENTE |
| 1. Com que freqüência você comete erros por falta de atenção quando tem de trabalhar num projeto chato ou difícil? |
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| 2. Com que freqüência você tem dificuldade para manter a atenção quando está fazendo um trabalho chato ou repetitivo? |
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| 3. Com que freqüência você tem dificuldade para se concentrar no que as pessoas dizem, mesmo quando elas estão falando diretamente com você? |
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| 4. Com que freqüência você deixa um projeto pela metade depois de já ter feito as partes mais difíceis? |
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| 5. Com que freqüência você tem dificuldade para fazer um trabalho que exige organização? |
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| 6. Quando você precisa fazer algo que exige muita concentração, com que freqüência você evita ou adia o início? |
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| 7. Com que freqüência você coloca as coisas fora do lugar ou tem de dificuldade de encontrar as coisas em casa ou no trabalho? |
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| 8. Com que freqüência você se distrai com atividades ou barulho a sua volta? |
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| 9. Com que freqüência você tem dificuldade para lembrar de compromissos ou obrigações? |
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| Parte A |
| 1. Com que freqüência você fica se mexendo na cadeira ou balançando as mãos ou os pés quando precisa ficar sentado (a) por muito tempo? |
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| 2. Com que freqüência você se levanta da cadeira em reuniões ou em outras situações onde deveria ficar sentado (a)? |
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| 3. Com que freqüência você se sente inquieto (a) ou agitado (a)? |
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| 4. Com que freqüência você tem dificuldade para sossegar e relaxar quando tem tempo livre para você? |
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| 5. Com que freqüência você se sente ativo (a) demais e necessitando fazer coisas, como se estivesse “com um motor ligado”? |
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| 6. Com que freqüência você se pega falando demais em situações sociais? |
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| 7. Quando você está conversando, com que freqüência você se pega terminando as frases das pessoas antes delas? |
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| 8. Com que freqüência você tem dificuldade para esperar nas situações onde cada um tem a sua vez? |
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| 9. Com que freqüência você interrompe os outros quando eles estão ocupados? |
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| Parte B |
Como avaliar:
Se os itens de desatenção da parte A (1 a 9) E/OU os itens de hiperatividade-impulsividade da parte B (1 a 9) têm várias respostas marcadas como FREQUENTEMENTE ou MUITO FREQUENTEMENTE existe chances de ser portador de TDAH (pelo menos 4 em cada uma das partes).
O questionário ASRS-18 é útil para avaliar apenas o primeiro dos critérios (critério A) para se fazer o diagnóstico. Existem outros critérios que também são necessários.
IMPORTANTE: Não se pode fazer o diagnóstico de TDAH apenas com os sintomas descritos na tabela! Veja abaixo os demais critérios.
CRITÉRIO A: Sintomas (vistos na tabela acima)
CRITÉRIO B: Alguns desses sintomas devem estar presentes desde precocemente (antes dos 7 ou 12 anos).
CRITÉRIO C: Existem problemas causados pelos sintomas acima em pelo menos 2 contextos diferentes (por ex., no trabalho, na vida social, na faculdade e no relacionamento conjugal ou familiar).
CRITÉRIO D: Há problemas evidentes por conta dos sintomas.
CRITÉRIO E: Se existe um outro problema (tal como depressão, deficiência mental, psicose, etc.), os sintomas não podem ser atribuídos exclusivamente a ele.