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5 Dicas para Evitar Doenças da Saúde Mental

20 de fevereiro de 2010

1 – Dormir antes da meia-noite.

2 – Fazer alguma atividade ao ar livre(se possível caminhadas cronometradas).

3 – Evitar excesso e abuso de Álcool e Café.

4 – Não ficar muito tempo sem se alimentar(mais de 3 horas).

5 – Ter lazer, fazer algo que gosta pra você.

Artigo

3 de janeiro de 2010

Sensações

Sabe aquela sensação que você sente quando está na praia, com a brisa batendo, o coqueiro se balançando, seu corpo se refrescando na água morna do mar, uma água de côco geladinha na sua boca ou um picolé de frutas e você caminhando na areia com o pé sendo massageado por cada graozinho que encosta?

Quase todas essas sensações, que fazem desse momento tão especial, podem ser repetidas dentro da sua própria casa, ou na sua rua e você não precisa estar de férias ou ter todo o tempo e dinheiro do mundo, para sentir toda essa energia boa que pequenas coisas podem te trazer.

Mais importante que estar de férias é aprender com as férias. Parar um pouco e refletir sobre como está levando a sua vida, e o que você pode manter nos seus hábitos mesmo depois que as férias acabarem.

Que tal pisar descalço no chão de terra daquela praça próximo a sua casa ou mesmo no quintal ou playground de seu prédio, assim como você faz na praia?

Que tal tomar uma água de côco, sentado, olhando para uma árvore que tenha por perto, observando cada folha, galho e o formato deste exemplar da natureza?

Que tal parar e olhar para o céu alguns minutos, pensando em uma coisa boa, positiva ou abrir o chuveiro com água gelada ou morna igualzinho ao de uma cachoeira no meio da mata e colocar somente a cabeça e o pescoço, como uma ducha refrescante na floresta?

Temos muita coisa boa que podemos fazer em nosso dia-a-dia, só precisamos nos esforçar para lembrar, nossa atenção fica constantemente voltada para os problemas de nosso cotidiano, por fim você entra no ritmo e velocidade que o mundo te impõe, aos valores que ele te vende e oferece na rotina de nossa correria.

Ao invés de se plugar e se conectar cada vez mais, se desconecte um pouco, pode até ser bom se conectar a coisas boas, porém se você está tão conectado a tudo, vai absorver muita coisa que não procurava também, como notícias ruins, problemas além dos que você já tem. 

Portanto conecte-se com a natureza, simples e pura, com tudo o que ela te oferece gratuitamente, como a melhor das energias: A energia da vida.

Sinta a vida. Desligue as máquinas. E ligue a sua energia vital.

Saúde é Ciência. Não é Opinião Pessoal.

10 de novembro de 2009

É cada vez maior o número de pessoas que buscam laudos médicos para processarem na justiça, profissionais da educação e outras áreas da saúde, por terem orientado de forma errada pais e alunos, se manifestando ¨contra¨ o uso de medicação para o tratamento médico  de doenças ou transtornos como a Hiperatividade e Deficit de Atenção(TDAH).

Profissionais como professores, psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos e até mesmo donos de escola, têm sido obrigados a se explicar na justiça, por terem fornecido opiniões pessoais sobre o uso ou não de medicação para o TDAH, quando na verdade trata-se de informação médica, que só pode ser baseada em evidências científicas, para a tomada de decisão sobre o tratamento.

Pesquisas científicas em todo o mundo, já derrubaram mitos como: O risco de dependência, sequelas ou prejuízos no crescimento. O tratamento para o TDAH é aprovado e reconhecido pelos principais orgãos internacionais de vigilância sanitária e farmacológica, como o FDA(Food and Drug Administration) dos Estados Unidos.

Estas comprovações científicas, da eficácia e segurança do tratamento médico, têm sido usadas como provas judiciais contra donos de escola e profissionais da saúde e educação, que insistem em assumir uma posição, baseada única e exclusivamente em suas idéias, filosofias ou informações vagas obtidas com o público leigo, em fontes não-seguras, como depoimentos na internet de pessoas não especializadas nesta área da medicina e saúde mental.

As associações de pais e portadores de transtornos da aprendizagem, como o TDAH( DDA ou TDA ), têm se organizado cada vez mais e já possuem aconselhamento jurídico neste sentido.

Portanto, se você não tem dados científicos que respaldem seus argumentos, se você não possui uma especialização médica sobre o assunto, tenha muita cautela, para não cometer um abuso de poder ou calúnia, sobre a saúde de alguém. Você pode comprometer o futuro de uma pessoa e uma família. Além de ter sua carreira profissional ameaçada.

Atenção: Saúde é Ciência. Não é Opinião Pessoal !

Notícia

10 de novembro de 2009

O canal Globo News traz hoje uma reportagem sobre o TDAH com o professor Paulo Mattos. Segue abaixo a introdução e link para o vídeo na íntegra:

Saiba como conviver com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

O distúrbio atinge mais de 330 milhões de pessoas no mundo.

No mundo, mais de 330 milhões de pessoas são portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Quase 5% da população mundial sofre com a dificuldade de se concentrar e se organizar.

Link: http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1374393-17665,00-SAIBA+COMO+CONVIVER+COM+O+TRANSTORNO+DO+DEFICIT+DE+ATENCAO+E+HIPERATIVIDADE.html

Check Up

6 de novembro de 2009

Nas últimas semanas, tive uma grata surpresa e realização profissional:

Uma paciente me procurou com o intuito de fazer um check-up !

O que eu sempre afirmei, que a psiquiatria se tornará uma especialidade de rotina e revisão médica, assim como a cardiologia, ginecologia, clínico geral, oftalmologia, enfim começa a acontecer !

A mentalidade das pessoas sobre a saúde está amadurecendo e evoluindo.

O médico psiquiatra, especialista da saúde mental, que cuida do sistema nervoso central, grande regulador  dos demais sistemas e orgãos do corpo físico, enfim parece alcançar sua posição real nos cuidados da saúde do indivíduo como um todo.

É só um começo, mas a evolução e a maturidade, na mentalidade do conceito de vitalidade, está começando a acontecer.

O cérebro em primeiro lugar.

Se aparece uma mancha na pele, você logo marca uma consulta com o dermatologista.

Você já fez uma simples avaliação com um médico psiquiatra? Não dói, não machuca e pode melhorar muito sua vida, com apenas algumas informações e orientações a respeito do seu funcionamento.

Já pensou sobre isso?

Bullying

2 de novembro de 2009

SIMPÓSIO

O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder.           

Atitudes como: Colocar apelidos, ofender, zoar, gozar, humilhar, fazer sofrer, discriminar, isolar, intimidar, ignorar, amedrontar, agredir, empurrar, roubar ou quebrar pertences, são considerados Bullying.Um levantamento realizado pela ABRAPIA, em 2002, envolvendo 5875 estudantes de 6º ao 9º ano, de onze escolas localizadas no município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente envolvidos em atos de Bullying, naquele ano, sendo 16,9% alvos, 10,9% alvos/autores e 12,7% autores de Bullying. Em estudos mais recentes esses percentuais são cada vez mais altos e alarmantes.           

Se você é profissional da educação ou da saúde, pai ou mãe de aluno, estudante, ou simplesmente alguém que deseja conhecer melhor esse problema e buscar soluções para ele, faça agora a sua inscrição e garanta sua vaga no III SIMPÓSIO – ENSINO APRENDIZAGEM: uma abordagem comportamental, onde discutiremos o Bullying: causas, conseqüências e soluções.

Smart Drugs e Tratamento para TDAH

25 de outubro de 2009

No último domingo dia 28 de Outubro, foi escrita uma reportagem no jornal ¨O Globo¨ sobre o que tem se conhecido como ¨smart drugs¨(drogas para ficar ¨esperto¨).

Apesar de o tema ser construtivo para denunciarmos o uso de medicamentos como a Ritalina e o Concerta(metilfenidato) sem acompanhamento médico, por pessoas que querem melhorar sua performance nos estudos ou produtividade no trabalho, a forma como o assunto foi exposto, acabou servindo para alimentar as já frequentes e prejudiciais lendas sobre o tratamento do TDAH.

Em determinado trecho um médico escreve que ¨os possíveis efeitos colaterais não compensam o uso da medicação¨. 

A forma com foi colocada a frase induz a uma interpretação equivocada.

Vamos traduzir o que este médico tentou dizer:

As pessoas que não têm o diagnóstico de TDAH mas insistem em usar a medicação com uma finalidade de ficarem mais ¨atentos¨, não têm grande benefício que compense o risco relativo de efeitos colaterais como alguns casos de aumento da ansiedade. 

Se você ou seu filho procuram um médico para tratar o TDAH, será feito um acompanhamento inicialmente de forma mensal e caso venha a surgir algum efeito colateral, ele será corrigido com alternativas posológicas ou ajustes da medicação para que então desapareçam.

No entanto esta pessoas que buscam o remédio no ¨mercado negro¨ ou mesmo um tráfico paralelo destas substâncias, não fazem acompanhamento médico e não corrigirão qualquer efeito colateral que porventura venha a surgir.

Portanto o mau uso, este sim, não é recomendado, até por não haver estudos que comprovem que pessoas que não têm o diagnóstico do TDAH, realmente tenham ganhos significativos com estes medicamentos.

Você conhece alguém que já usou estes produtos na tentativa de ¨turbinar¨ o cérebro?