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5 Dicas para Evitar Doenças da Saúde Mental

20 de fevereiro de 2010

1 – Dormir antes da meia-noite.

2 – Fazer alguma atividade ao ar livre(se possível caminhadas cronometradas).

3 – Evitar excesso e abuso de Álcool e Café.

4 – Não ficar muito tempo sem se alimentar(mais de 3 horas).

5 – Ter lazer, fazer algo que gosta pra você.

Artigo

1 de dezembro de 2009

A vontade é o principal para quem quer mudar, seja ela pequena ou rebelde. 

Entretanto, para fazer acontecer, você precisa agir e para isso, o importante é dar o primeiro passo e levantar sempre que cair.

Pare, pense, analise, decida e faça. Ou não faça e mude a estratégia se julgar a melhor opção. Peça ajuda e ouça opiniões experientes.

Se você não tem nem a vontade, você pode precisar de uma ajuda médica e psicológica. 

O nome científico da falta de vontade é abulia e pode ser um sintoma a ser investigado.

Você pode estar sofrendo, mas se existe vontade, ainda é possível encontrar um caminho.

O que faz o ser humano se mexer são suas vontades e você precisa ter esse combustível dentro de você para sua vida funcionar de verdade.

Saúde é Ciência. Não é Opinião Pessoal.

10 de novembro de 2009

É cada vez maior o número de pessoas que buscam laudos médicos para processarem na justiça, profissionais da educação e outras áreas da saúde, por terem orientado de forma errada pais e alunos, se manifestando ¨contra¨ o uso de medicação para o tratamento médico  de doenças ou transtornos como a Hiperatividade e Deficit de Atenção(TDAH).

Profissionais como professores, psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos e até mesmo donos de escola, têm sido obrigados a se explicar na justiça, por terem fornecido opiniões pessoais sobre o uso ou não de medicação para o TDAH, quando na verdade trata-se de informação médica, que só pode ser baseada em evidências científicas, para a tomada de decisão sobre o tratamento.

Pesquisas científicas em todo o mundo, já derrubaram mitos como: O risco de dependência, sequelas ou prejuízos no crescimento. O tratamento para o TDAH é aprovado e reconhecido pelos principais orgãos internacionais de vigilância sanitária e farmacológica, como o FDA(Food and Drug Administration) dos Estados Unidos.

Estas comprovações científicas, da eficácia e segurança do tratamento médico, têm sido usadas como provas judiciais contra donos de escola e profissionais da saúde e educação, que insistem em assumir uma posição, baseada única e exclusivamente em suas idéias, filosofias ou informações vagas obtidas com o público leigo, em fontes não-seguras, como depoimentos na internet de pessoas não especializadas nesta área da medicina e saúde mental.

As associações de pais e portadores de transtornos da aprendizagem, como o TDAH( DDA ou TDA ), têm se organizado cada vez mais e já possuem aconselhamento jurídico neste sentido.

Portanto, se você não tem dados científicos que respaldem seus argumentos, se você não possui uma especialização médica sobre o assunto, tenha muita cautela, para não cometer um abuso de poder ou calúnia, sobre a saúde de alguém. Você pode comprometer o futuro de uma pessoa e uma família. Além de ter sua carreira profissional ameaçada.

Atenção: Saúde é Ciência. Não é Opinião Pessoal !

Notícia

10 de novembro de 2009

O canal Globo News traz hoje uma reportagem sobre o TDAH com o professor Paulo Mattos. Segue abaixo a introdução e link para o vídeo na íntegra:

Saiba como conviver com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

O distúrbio atinge mais de 330 milhões de pessoas no mundo.

No mundo, mais de 330 milhões de pessoas são portadoras do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Quase 5% da população mundial sofre com a dificuldade de se concentrar e se organizar.

Link: http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1374393-17665,00-SAIBA+COMO+CONVIVER+COM+O+TRANSTORNO+DO+DEFICIT+DE+ATENCAO+E+HIPERATIVIDADE.html

Check Up

6 de novembro de 2009

Nas últimas semanas, tive uma grata surpresa e realização profissional:

Uma paciente me procurou com o intuito de fazer um check-up !

O que eu sempre afirmei, que a psiquiatria se tornará uma especialidade de rotina e revisão médica, assim como a cardiologia, ginecologia, clínico geral, oftalmologia, enfim começa a acontecer !

A mentalidade das pessoas sobre a saúde está amadurecendo e evoluindo.

O médico psiquiatra, especialista da saúde mental, que cuida do sistema nervoso central, grande regulador  dos demais sistemas e orgãos do corpo físico, enfim parece alcançar sua posição real nos cuidados da saúde do indivíduo como um todo.

É só um começo, mas a evolução e a maturidade, na mentalidade do conceito de vitalidade, está começando a acontecer.

O cérebro em primeiro lugar.

Se aparece uma mancha na pele, você logo marca uma consulta com o dermatologista.

Você já fez uma simples avaliação com um médico psiquiatra? Não dói, não machuca e pode melhorar muito sua vida, com apenas algumas informações e orientações a respeito do seu funcionamento.

Já pensou sobre isso?

Psicodermatologia & Medicina Anti-Aging / Dra. Gabriela Issa

5 de novembro de 2009

Dra. Gabriela Issa

CRM 52778001                                                                                                            Twitter @dermatologiaGI

Agora também na PNAP Policlínica de Neurociência e Psiquiatria.

Especialista em Clínica Médica (Uni-Rio Hospital Gafrée Guinle HUGG)

Dermatologia clínica e pequenas cirurgias 
Carboxiterapia (olheiras, estrias, celulite, flacidez, gordura localizada)
Peeling de cristal
Toxina botulínica (rugas)
Preenchimento de rugas e lábios
Peeling facial e corporal (rugas finas, manchas, acne, fotoenvelhecimento, estrias)

Rua Siqueira Campos 59 Sala 803 – TEL: 2235-0987 / 8561-0568

Copacabana Medical Tower (metrô e estacionamento)

www.dermatologiagi.blogspot.com

Congresso

2 de novembro de 2009

4 a 7 de Novembro – Congresso Brasileiro de Psiquiatria – São Paulo

Programação Completa:

http://www.cbpabp.org.br/

Bullying

2 de novembro de 2009

SIMPÓSIO

O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder.           

Atitudes como: Colocar apelidos, ofender, zoar, gozar, humilhar, fazer sofrer, discriminar, isolar, intimidar, ignorar, amedrontar, agredir, empurrar, roubar ou quebrar pertences, são considerados Bullying.Um levantamento realizado pela ABRAPIA, em 2002, envolvendo 5875 estudantes de 6º ao 9º ano, de onze escolas localizadas no município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente envolvidos em atos de Bullying, naquele ano, sendo 16,9% alvos, 10,9% alvos/autores e 12,7% autores de Bullying. Em estudos mais recentes esses percentuais são cada vez mais altos e alarmantes.           

Se você é profissional da educação ou da saúde, pai ou mãe de aluno, estudante, ou simplesmente alguém que deseja conhecer melhor esse problema e buscar soluções para ele, faça agora a sua inscrição e garanta sua vaga no III SIMPÓSIO – ENSINO APRENDIZAGEM: uma abordagem comportamental, onde discutiremos o Bullying: causas, conseqüências e soluções.